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Sabe quem é o melhor cronista de Curitiba hoje?

Pra mim, o incrível Francisco “Pancho” Camargo,

do Rolmóps e Catchup, da Gazeta.

Passou de longe em qualidade de texto o Dante,

não tem a subserviência de um Campana,

e cultiva a liberdade criadora de quem sabe do

métier.

Adoro as personagens Natureza Morta, Beronha,

Professor Afronsius e, claro, a Vila Piroquinha,

em que se encontram todos…

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Mendes respondeu: “Se eu fosse Juruna eu gravava a conversa, né? Ficaria interessantíssimo.” “Estou dizendo a vocês o que ocorreu. Posso ter uma interpretação errada, é um relato de uma conversa de quase duas horas. Mas os senhores sabem de uma coisa: eu não tenho a tradição de mentir. Eu posso até interpretar os fatos, mas os senhores não me viram me desmentindo ao longo da minha carreira”, declarou.
Então está na hora de se desdizer, Ministro?
Desta vez o senhor interpretou mal os fatos, disparou de metralhadora giratória, mas acertou apenas o próprio pé. É melhor voltar a conversar com o “amigo” Demóstenes, quem sabe ele possa redigir seu discurso de desculpas pela injúria no plenário do STF. Será necessário!!

Se a dúvida pode me valer algo, senhor Ministro: Eu vi os documentos de que o Tribunal pagou pela viagem. Não vi nenhum cartão de embarque ou vídeo de aeroporto com o embarque. Pergunta: Sei que o STF pagou sua viagem, mas o senhor não veio com o Demo só porque não conseguiu voo? Não foi isso que o Jairo disse pro Carlinhos?

Pra quem Gilmar deve explicações?

O ministro causou desconforto em muitas pessoas. Principalmente por moldar a realidade em benefício próprio. Um juiz da mais alta corte advogando previamente em causa própria. Vergonha, principalmente de quem o pôs lá.

O que Gilmar tem a dizer?

O que o Ministro Gilmar tem a dizer sobre só ter dado atenção à pressão de Lula sobre ele no momento em que “colegas da imprensa” e pessoas importantes de Brasília chamaram sua atenção para que tal pressão havia?
Ora, o ministro não tinha noção de que o ex-presidente estaria questionando, querendo saber o humor do STF em relação ao processo que envolve alguns de seus amigos?
Atacar antes, para coibir o inimigo de atacá-lo por seus pecadillos, Ministro?
Já no A Arte da Guerra, no século XVIII, essa tática era antiga e desusada.